"Quem bater primeiro a dobra do mar
Dá de lá bandeira qualquer, aponta pra fé e rema
É, pode ser que a maré não vire
Pode ser do vento vir contra o cais
E se já não sinto teus sinais
Pode ser da vida acostumar
Será, Morena?
Sobre estar só eu sei
nos mares por andei
devagar
Dedicou-se mais o acaso a se esconder
E agora o amanhã, cadê?"